A última semana de projeto foi o Armageddon, galera. Isso porque as coisas se acumularam dessa forma:
Dor de dente, cólica por causa de um cisto, 200 provas pra corrigir e notas pra digitar. Se eu terminar o #NaNoWriMo será por graça divina.
— Eliana Lee (@ElianaLee) November 25, 2014
Sim, amigos e amigas, a situação tava mais do que complicada. Ainda assim, tentei me esforçar ao máximo para conciliar as provas, as notas, os compromissos e as idas ao médico com o final da minha história.
A boa notícia é que eu terminei.
A má notícia é que eu não alcancei as 50 mil palavras.
Sim, se eu tivesse tido tempo de fazer aquela revisão mesmo que superficial, reescrever algumas cenas ou alguma coisa assim, é bem provável que eu tivesse chegado na quantia ideal de palavras.
Mas não deu. Ficamos em 46.302.
Porém, mesmo derrotada pelo #NaNoWriMo, a parte boa é que meu quinto projeto está finalizado. Preciso revisar, reescrever, ou jogar tudo fora. Mas está aqui, feito. E se não fosse o desafio, é muito provável que continuasse abandonada por meses ainda.
Mas não concluí com a quantidade exigida.
Portanto, o NaNo foi um exercício contra o meu perfeccionismo do início ao fim; não apenas no texto em si, mas nessa conclusão de projeto que não ficou "perfeita". E como eu disse no prólogo, eu tenho sérios problemas com o que não fica "perfeito".
Então, estou tentando olhar o copo meio cheio e pensar que sim, foi ótimo.
Foi ótimo.
Foi lindo.
Melina e Thomas estão vivos e completos no papel.
E isso é o que importa.
Vou repetir até me convencer.
Vou repetir até me convencer.
Se eu vou tentar de novo em 2015?
É claro que sim.



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